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DOIS OLHARES, UM DESTINO

A ti, a minha mais adorada borboleta, flor princesa imensa, mais profundo amor, maior Amiga:
DOIS OLHARES, UM DESTINO

Quero ser
Teu eterno dedicado
Pois a teu lado
Quando entenderes
Eu fico
São

Dois olhares, um destino

Partilha de coisas bonitas
Mas também
Para as horas más
Porto de abrigo
Pois eu também me acalmo
Quando sinto
Que estás de alguma forma comigo

Dois olhares, um destino

Por muito de onde andes
Por muito que faças
Nunca te irei falhar
Mesmo que nas tuas andanças
Me possas magoar
Pois sei
Que o farás sem querer
Que por ti
Eu nunca havia de sofrer
Pois sei a dimensão
Do carinho que tens para mim
É a essência do pó das estrelas
Que guardo
Com toda a admiração
A nossa estrada será comum
Se assim o quiseres
Um em cada lado
Mas dentro do mesmo olhar
Eu andando às curvas
Tu direita
(ou mais ou menos, conforme queiras)
Sob o teu sussurrar
“Gostava que ele pudesse atinar”
Dizes-me bem baixinho
E eu assim o farei
Pois amo-te, mas mais importante, sou teu amigo
Neste poema e na vida

Dois olhares, um destino
Miguel Patrício Gomes
Enviado por Miguel Patrício Gomes em 03/09/2006
Código do texto: T231684

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Sobre o autor
Miguel Patrício Gomes
Portugal
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Miguel Patrício Gomes