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ENQUANTO DORMIAS (Versão de 2006)

A ti, a minha mais adorada borboleta, flor princesa imensa, mais profundo amor, maior Amiga:
                    ENQUANTO DORMIAS
                    (Versão de 2006)
Eu reparava
E temia
O frio
Que lá fora
Fazia

Enquanto dormias

Eu velava
Pelo amor
Que sentia por ti
Mas também
E sobretudo
Pela nossa amizade
Sonho eterno
Elixir
De qualquer contrariedade

Enquanto dormias

Cuidava de ti
E dos nossos fantasmas
Cada um em cada canto
Que se fundiam
E perguntava
“Porque é que a aurora tarda?”

Enquanto dormias

Eu imaginava
Os mundos do amanhã
Que nunca chegaremos a ver
E escrevia os poemas de hoje
Para ti
Que tanto gostas de os ler

Enquanto dormias

Lutava
Contra a minha loucura
Indo aos infernos
Da mais dolorosa tortura
Desejando
Que por fim despertasses
Para que a alegria
Por fim me inundasse
Aspirava por te ver
Porque há sonhos pequeninos
E este
É um dos que gosto
De ter
Enquanto dormias…
Miguel Patrício Gomes
Enviado por Miguel Patrício Gomes em 09/09/2006
Código do texto: T236189

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Sobre o autor
Miguel Patrício Gomes
Portugal
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Miguel Patrício Gomes