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UM SILÊNCIO TÃO GRANDE QUE OUÇO O BATER DO (teu) CORAÇÃO

A ti, a minha mais adorada borboleta, flor princesa imensa, mais profundo amor, maior Amiga:
UM SILÊNCIO TÃO GRANDE QUE OUÇO O BATER DO (teu) CORAÇÃO

Não sei como estás
Se bem ou mal
Mas não consigo deixar de te amar
Apesar da amizade
E é essa
Parte da minha questão
Entre nós há um vazio insustentavelmente gigante

Um silêncio tão grande que ouço o bater do (teu) coração

Mãos que se erguem aos céus
Nos quais só acredito por ti
Numa oração
Dirigida à tua pessoa n’

Um silêncio tão grande que ouço o bater do (teu) coração

As naves passam por mim
Rumo a outros planetas
Querem que escreva histórias
Que um dia irão acontecer
Mas só me apetece
Estar rodeado das tuas borboletas
Porque te ouço:

Um silêncio tão grande que ouço o bater do (teu) coração

Porque isto nunca aconteceu comigo
A saudade de ti
Rouba-me a imaginação
Aos meus ouvidos chega um som:

Um silêncio tão grande que ouço o bater do (teu) coração

As horas passam devagar
Porque não te consigo ver
E muito menos ouvir
Temo que este seja
Um terrível prelúdio
De que estejas a partir
Para longe de tudo
Do meu amor
Mas sobretudo da minha amizade
Que queria eterna
Que será da minha parte infinita
Porque és uma num milhão
Nunca pararei de te estimar
Ouvindo sempre

Um silêncio tão grande que ouço o bater do (teu) coração

Miguel Patrício Gomes
Enviado por Miguel Patrício Gomes em 14/09/2006
Código do texto: T239986

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Sobre o autor
Miguel Patrício Gomes
Portugal
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Miguel Patrício Gomes