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CHAMO-TE

A ti, adorada borboleta, flor princesa imensa,  maior Amiga:
                            CHAMO-TE

Quando estou nas trevas
No fundo do poço
Mas também quando vejo as estrelas
E em particular
Uma cadente
Para me dar sorte
Para que nunca
Estejas
Ausente

Chamo-te

Quando estou sóbrio
Depois
De mais uma grande bebedeira
Onde me abeirei do tal poço
E por isso
Quero falar contigo
De coisas que valham a pena
Não de coisas
Ligeiras

Chamo-te

Para veres
Mais um momento belo
(Tão raro em mim)
Para receberes
Mais um poema
Na rima repetida
Mas nunca tu
Porque vales a pena

Chamo-te

Depois de ter descoberto
Mais um planeta
Talvez seja do “Princepezinho”
O meu grande mito
Que me está sempre a maravilhar
Sendo por isso
Que contigo
Tal quero partilhar

Chamo-te


Porque descobri
Um sentido
Para o meu amor
Mas essencialmente
Para a nossa amizade
Tem o corpo
De um anjo
Asas de borboleta
E o espírito
Do tamanho
Da minha imaginação
Mas sobretudo
Possui a profundidade
Da tua nobre
E sem igual
Imensidão

Chamo-te…
Miguel Patrício Gomes
Enviado por Miguel Patrício Gomes em 17/09/2006
Código do texto: T242392

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Sobre o autor
Miguel Patrício Gomes
Portugal
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Miguel Patrício Gomes