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MÃOS DADAS
A
TEU OLHAR
QUE VAI
MERGULHADO
NESSA LUZ
AR SOL
RISO
E
CHORO

O
CULTO
NO ETÉREO
BRILHO

VAGO SILÊNCIO
O SILÊNCIO
HABITO
NADA SOA
SÓ O MEU
CALADO
GRITO

O AZUL
NOS OLHOS LEVO
TÃO LONGE


ONDE

O INFINITO!

LANÇO MINH' ALMA
NUM ESFORÇO
DE
IMENSO TUDO
EXPONHO
ME

NA
LONGA
ESTRADA
POR ONDE
DESAGUA
A
VAGA SINUOSA

O POSSÍVEL
TUDO
SEM ROSTO

O SER
NINGUÉM
DETENHA!
CORRE CORRE
A VEIA
NA VIDA
AUTOMÁTICA

QUEM VERÁ
A MÃO ESTENDIDA
CARECIDA
DE TERNURA
MAS TÃO SÓ
QUE
NADA LEVA

TÃO SÓ
ALMA
ABERTA
SEDE
DESAFIADA

EM
ROSÁRIOS
MOINHOS
DESEJOS
DE
TERNURA?


20/7/2002






Maria Petronilho
Enviado por Maria Petronilho em 10/11/2006
Reeditado em 11/11/2006
Código do texto: T287256
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Maria Petronilho
Almada - Setúbal - Portugal, 64 anos
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