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POEMA PARA A AMIGA

Acordei agora pouco,
Com os óculos postos.
O livro de poesias de Mario Quintana,
Aberto no peito, sôbre as cobertas...

Restos de uma noite interminável, longa noite!
Na cabeça, muita coisa bonita ainda bailava..bailava...
Levantei-me e embora longe de mim,
Vi que estava ao meu lado!

Sim ao meu lado! como se fosse mágica...
Ali estava, como se tivessemos marcado um encontro.
E, no seu olhar calmo e sereno,
Vi que também não queria ficar só...

Convidei-a para um café,
Logo alí na esquina, daquela rua...
Sentamo-nos, e, da mesa
Onde o "capucino" fora servido,

Víamos as pessoas passarem...passarem...
Iam apressadas, não sei pra onde!
E nós numa conversa animada,
Matávamos saudades um do outro...

Tinha pressa em voltar,
E, eu insistia para você ficar...
Olhei na calçada por onde viemos,
Vi as marcas de nossos passos, cujas marcas,

A água da chuva que passou,
Apressadamente, levou embora...
Olhei tudo aquilo, e, vi você
Sorrindo dizer-me:

" - Amigo, perdoa-me! Mas tenho que ir agora"...
" Até qualquer dia, até qualquer hora"...
Levantou-se... sorriu para mim,
E, como num sonho, que acabou, foi pela rua afora...
jorê

 



jorê
Enviado por jorê em 11/08/2011
Reeditado em 11/08/2011
Código do texto: T3152928
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Sobre o autor
jorê
São José dos Campos - São Paulo - Brasil
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