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Dueto de um torpedo.(Célia e Ricardo)

Dueto de um torpedo.(Célia e Ricardo).

Hoje acordei antes de abrir os olhos,
a magia é gostar do que se faz,
e como diz, Ferreira Gullar,
fazer poema é uma alquimia,
é transformar a dor em alegria.
Arte comtemporânea, tem ensaio da banda na Tijuca.
Etiqueta Urbana, já tem seis músicas,
e hoje dia 22 de novembro, dia do músico.
Vou mandar uma mensagem para o Luís Alberto,
mas não tenho o seu celular, então dou essa prosa para Nyeta recitar.
Mando um torpedo, seu endereço, Célia Lima, sinônimo de música.
Http://www.recantodasletras.com.br/autores/ricardodipaula, entra e lê.
Ela manda um e-mail: cara! Eu tenho um amigo poeta.
Bondade dela, eu digo, na minha falsa modestia.
Voltando a Ferreira Gullar, em revista o Globo de 18/11/07,
“Não quero ter razão, quero ser feliz”, quando brigo com a pessoa
que amo, e ela fica sem me ligar, de que adianta ter razão?
Enquanto as pessoas quiserem ter razão, jamais farão as pazes.
Deixar o passado para trás, perdoar para ser perdoado.
Voltando ao e-mail da Célia Lima, ela diz: Hoje eu acordei, com
um torpedo, indicando um novo site, onde pude perceber que, “A vida
não é um conto de fadas, mas pode ser poesia”, (depois diz que não é
poetisa). E podemos transformá-la no que quizermos e você consegue
transportar isso muito bem. Adorei e sensacional!
Ricardo Russo, esse cara vai longe...
Sua amiga, Célia Duncan.
Sempre brincamos, nos homenageando com os nomes do
Renato Russo e da Zélia Duncan.
Espera um minuto, toca o celular, é a Célia, então peço o
celular do Luís e mando uma mensagem, afinal nós músicos temos que ser unidos, brincadeirinha, voltando a Célia Lima, às 22:22.
Agora vejam vocês a poesia que essa menina fez,
ainda disse que vai mandar uma do Conan.(vou esperar).

Metades(Célia Lima).


Depois de muita insistência, consegui ouví-lo, mas na sua voz era explícita o incomodo que lhe causara.

Pedi que me ligasse; sua resposta tropeçava no cuidado de não me magoar.


Não me lembro das palavras, mas os seus significados me fizeram esperar.

Eu esperei até que os olhos não aguentassem mais.

Contive as lágrimas e a tristeza que avassalavam todo o meu ser.

Percebi o quanto podemos ser desatinados por amor.

O amor é um grande mistério. Não importa quem você é; ele
se explica.

Por hora, vou vivendo pela metade, mas não me importo, vou te levar
por toda vida, enquanto a saudade; não serei tão insistente.


Rio, 22/11/07.
Ricardo di Paula
Enviado por Ricardo di Paula em 23/11/2007
Código do texto: T748769

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Sobre o autor
Ricardo di Paula
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 49 anos
327 textos (71761 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 18/08/17 00:24)
Ricardo di Paula