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Ciúme gatuno


Ciúme acorda cedo,
Vai caminhar e dorme tarde,
Chama, reclama;
É dono do sono, do como, do tomo.

Ciúme me deixa!
Me queixa,  se avexa.
Corrompe, interrompe,
Vive assanhado.

Ciúme vadio,
Chega tardio,
Não estende toalha,
Só mexe e chacoalha.

Ciúme no cio,
Passeando em trio,
Em instantes desmonta,
Sem que ninguém de conta.

Ciúme cortante,
Frustrante sentimento
Que toma de tormento
Seu amar constante.

Ciúme que ama
Só chega de raspão.
Mas ciúmes de paixão.
Ah.. Este dorme na nossa cama.

Ciúme sozinho,
É tão pequenino
Que mal pode se ver,
Mas se te der comida, como conter?

Ciúme bichano,
Gato de rua sem dono sem rumo,
Xô... Vai te embora.
Aqui ninguém te quer...
Lorenzo Giuliano Ferrari
Enviado por Lorenzo Giuliano Ferrari em 28/11/2007
Código do texto: T755910
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Lorenzo Giuliano Ferrari
São Paulo - São Paulo - Brasil, 54 anos
1837 textos (51331 leituras)
1 áudios (2457 audições)
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Lorenzo Giuliano Ferrari