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***UM PEDAÇO DO MEU CORAÇÃO ESTÁ EXPOSTO***

Sinto meu peito abrir-se
Um pedaço do meu coração esta exposto
Não deixo a dor transparecer no rosto
A face oculta do meu introspécto

Nada oculto, tudo prospecto
Do jeito calmo que a dor alcança
A embalar-me nesta contradança
Que o contorcer intenso me reprime

E o não entender é o que deprime
Do sonho lúdico que me espera
Não quero agora perder esta guerra
Que me impõe de forma tão injusta

É um pedaço seu que me assusta
Pois o teu coração também se expõe
E o que não subjuga se propõe
A esconder num estado tão aflito

Peço a meu Deus que não seja infinito
Essa tortura exposta que me encontro
Essa fratura exposta no meu canto
Tão infortúnio que a vida almeja

O popular presente que graceja
Seja a verdade ardente de um abraço
Meu grito a ecoar pelo espaço
Da solidão que não compõe a cor

E esta vermelhidão é só amor
De um coração exposto em parte ardente
Sorte se for só coisa da minha mente
Para não ter uma história sofrida

E obrigar-me a não amar a vida.

Onécimo Fiuza
Enviado por Onécimo Fiuza em 02/12/2007
Reeditado em 02/12/2007
Código do texto: T761643
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Sobre o autor
Onécimo Fiuza
Salvador - Bahia - Brasil, 41 anos
30 textos (19599 leituras)
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Onécimo Fiuza