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POEMA DA VIDA

Chega então o verão
Nossa áurea se torna maior
Chegando aos céus
Num encontro violado
Quebram-se as correntes frias
O sol perde seu calor
Sua luminosidade já não mais impera
Surge num momento novo ser
Pára o tempo
A vida corre lá fora
É manhã e já não se distingue
Da noite que se passara
Penso nas crianças uma rica saudade
No tempo esquecera
Imaginando lá fora
Correndo atrás de uma bola
Elevando ao alto a bela pipa
Rasgando os céus
Tudo fica congelado num minuto
O sorriso se extingue
Uma voz soa como um estampido
Ouvida em todo o mundo
Então a razão dá lugar a memória
Páginas de sua vida
Começam ser lembradas
Vai pintando um quadro de seu passado
Estático olha pouco em pouco
O fruto proibido foi comido
Paira um suspense no ar
Naquele mundo maravilhoso e fantástico
Quebram-se as correntes frias
Finalmente reina a paz
O amor de verdade
A vida sem fim.
Julio Alves Filho
Enviado por Julio Alves Filho em 30/01/2006
Código do texto: T106075

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Sobre o autor
Julio Alves Filho
São Paulo - São Paulo - Brasil, 53 anos
233 textos (13516 leituras)
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Julio Alves Filho