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Amor Plebeu

Amor Plebeu

Mundo impuro e vida bela à sobriedade se viver.

Range-se dentes, busca-se vida quando esta teima em fraquejar no cálido peito, pobre espírito e divagante alma...!!

Como criança... O homem inspira o vento, ingere ar pra vida e assopra amor aos seres...

Aspira paz ao mundo e faz de morros pedras; do vendaval a brisa e do sofrer alento;

Como de um sorriso o eterno enlace.

Cansa-se da busca...

Regozijos em solver busílis!...

Ah! Se mais vida eu tivesse(?)!

Um dia criança vivaz; conseguinte, jovem crescido, com vida no peito e ignorância audaz...

Ah! Se mais astuto eu fosse(?)!

Voltar-me-ia aos tempos, faria dos erros aulas, de escola os atos e da mulher Grã-Deusa...

... Flechava-na em cupido e alcunhava estigma de Grã-Deusa minha.

Altivagos sonhos!

Divago em mundos sem vida e esta é real.

Cruel o retorno ao hoje de agora, meu mundo é aqui.

Se no peito dói!...

Visceroso agora o coração de um dia, duras manchas!

Fúnebre alegria, findo bem estar de amor!...

Agora que o real existe, momento em que de volta estou...

Mostre-me seu dom de brava Deusa...

Tome a minha mão em valsa e embale-me nubente...

É amor de Deusa e o plebeu te quer amar.

Sonha em só querer te amar!

Arnaldo Junior...

Dedicado a quem me deu de presente a coisa mais importante da minha vida, meu filho: PEDRO HENRIQUE THOMAZ DE ESPINOZA XAVIER.
Arnaldo Xavier Junior
Enviado por Arnaldo Xavier Junior em 28/02/2006
Código do texto: T116997
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Sobre o autor
Arnaldo Xavier Junior
São Paulo - São Paulo - Brasil
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