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A minha maneira parva de dizer Amor

Para ti, minha linda, tu sabes quem és e quem serás...

A MINHA MANEIRA PARVA DE DIZER AMOR

No vento que passa
A meu redor
Sinto a tua falta
Sinto a tua dor

Na saudade a que dei o teu nome
Para de ti sempre me lembrar
Quando a vida
Nos quiser (ou conseguir…) separar

Na música que ouço
Para me aquecer
E tentar disfarçar o frio que fazes
Quando não estás,
Mas não, nunca, para te esquecer

Na festa que faço
Quando estás de regresso
Algo de prodigioso
Pois é o sinal que te mereço

Nas pazes que fazemos
Depois das típicas contendas
Porque somos um Todo Completo
Que aguenta até as maiores tormentas

Nas palavras ternas
Que nunca deixarei de te entregar
Num lugar qualquer
Onde seja o teu lugar

Nas lágrimas doces
Mas demasiadas vezes amargas
Que deito por ti
Quando as minhas amarras largas

No amor que te dedico
Em todo e qualquer gesto
Tu para mim és tudo
És o meu Universo

Pois não tenho jeito nenhum para exprimir tal
Sinto-me intimidado
Com um certo pudor…
Por isso arranjei este poema, pois esta é a

A minha maneira parva de dizer amor…

Coimbra

12 de Dezembro de 2005
Poema protegido pelos Direitos do Autor
Miguel Patrício Gomes
Enviado por Miguel Patrício Gomes em 08/03/2006
Reeditado em 16/03/2006
Código do texto: T120473

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Sobre o autor
Miguel Patrício Gomes
Portugal
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Miguel Patrício Gomes