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Águas de amor

Vem, vem que sacio tua alma faminta
Se volta depois de longa jornada
Pode vir, se acolha em meus braços

Vem, que nada pergunto do que passou
Os lugares por onde andou
Apenas se aproxime e receba perdão

Sabia que voltarias
Pois a saudade te acompanhava
Apresentando-me a você noite e dia

Por isto vem, se aproxime
Curo suas feridas, cicatrizando-as
Alivio suas dores

Deite sua cabeça em meu colo
Enquanto afago teus sedosos cabelos
Adormeça e sonhe

Sonhe com o paraíso
Que por um momento deixou
Mas, retornastes para ficar

Despertando, selemos nosso amor
Com um beijo, um olhar
E façamos uma promessa

Promessa de vida, de amor
Que seja eterno enquanto dure
Que seja estável, igual aos montes de Sião

Nunca mais resvale teus pés
Não se enverede por caminhos estranhos
A base do amor é a fieldade

Ele tudo sofre, tudo crê
Não suspeita mal, não maldiz
Não se porta com indecência

Havendo amor, as trangressões são cobertas
Os pecados redimidos
Vem, aceita o perdão que precisa

Seremos um, único
Amantes, amigos, parceiros
seremos a vida, a fonte cristalina

De águas borbulhantes
Fecundas, abundantes
Águas de amor
Juraci Rocha
Enviado por Juraci Rocha em 22/03/2006
Código do texto: T127073

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Sobre o autor
Juraci Rocha
São Paulo - São Paulo - Brasil
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Juraci Rocha