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Rosa dos Ventos

Hoje, a vida cai triste sobre a janela,
Ontem foi um dia cansativo como a vida
A mesma vida que eu gastei com ela,
Aqueles momentos que ela não quis

Nunca mais eu vou dizer nunca,
Pois jamais irei encontra-la,
A chuva que cai, eu vou para-la,

Sei que nesse domingo tão triste,
Não terei motivos pra tristeza
Nem mesmo se ela existe e persiste,
Jamais terei esta destreza

Barulhos e mais tumúltos em minha volta
Não sei como fico calmo, e a minha ira,
Com facilidade não se revolta,

Sim, sei que tudo isso é confuso,
Pois todo coração é assim,
Não tem como dizer que não,
Ou dizer que isso não tem fim...

Domingo, triste domingo,
Aquele que não tem domínio
Sem nenhum controle, onde,
Terei que ir embora...

Sem querer eu quase fiz o que quero,
Mas o que quero é errado,
Você me vê como um cara sério,
Mas essa minha versão faz parte do passado

Quem querer quase te quis por um momento
Um momento quase sem sentimento,
Mas eu sabia que tinha algum,
Onde sentimento não tinha nenhum

O ambiente nunca me é favorável,
Sempre me falta tempo,
Jamais verei este estável,
Mas gostaria de vê-lo por um momento

E gostaria de falar coisas pra você,
Coisas que eu falaria sem querer,
Sem ao menos saber exatamente,
O que estou falando, mas o que falo,
Sinceramente...é de coração e de mente!

A chuva cai silênciosa,
Enquanto minha alma ansiosa
Por mais uma derrota do coração,

Agora a chuva cai forte,
Como o sentimento que sentira antes
Não sei se foi somente sorte,
Em uma luta de gigantes;

Minha mente e alma,
Sabem muito bem onde estão,
Somente não sabem...
Onde se encontrarão!

Feres sem sentir, dorme e não arde,
Ferida que dói, não é amor,
Quando vêem os olhos no sol da tarde
Quando se sente o calor,
És tu paixão;
Flecha que atinge em cheio o coração!

Um coração solitário,
Na tarde de chuva, hilário,
Sabes que vai me ferir e não está
Onde estive antes, luta de gigantes!

Se é amor ou paixão não sei
Somente sei que quando não te vejo,
Terei, uma ação, sem rumo ou direção!

Pois, a única rosa dos ventos que conheço,
És a sua, é aquela que tu guardas,
Dentro de ti, em teu coração!
O Escritor Randômico
Enviado por O Escritor Randômico em 25/03/2006
Reeditado em 27/12/2006
Código do texto: T128542
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
O Escritor Randômico
Curitiba - Paraná - Brasil, 28 anos
61 textos (5639 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 11/12/16 02:19)
O Escritor Randômico