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Trincheira

Essa é uma vida que se abate, debate, acate
É o meu membro que se excita, hesita, recita
É a parte nobre entranha, barganha, arranha
É a alma posta que se rende, vende, ascende.

Esse é um verso, que se mata, acata, reata
É a curva que sonha ser reta, arrecta, arreda
É o vento que sopra acoberta, descoberta, recoberta
É a pedra que renega o que sente, ente, gente.

Esse é um rosto que se esconde, responde, resplande
É o rastro que nunca se imprimi, exprimi, deprimi
É o fogo que não se infringi, fingi, tingi
É a calada noite que grita, agita, evita.

Esse é o corpo que clama, reclama, chama
É a vida que sonha a paz, desfaz, refaz
É a paz que busca o amor, pudor, odor
É o amor futuro aflito, conflito, reflito.

Julio Sergio
Recife-PE.



Julio Sergio
Enviado por Julio Sergio em 27/03/2006
Reeditado em 07/06/2008
Código do texto: T129524
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Julio Sergio
Recife - Pernambuco - Brasil, 61 anos
522 textos (121105 leituras)
1 e-livros (125 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 07/12/16 20:43)
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