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Poema 0638 - Minha alma amante


 
 
Minha alma caminha entre sentimentos,
conhece alguns poucos atalhos do coração,
faz linha reta em dias de tempestades do corpo,
cresce quando as mãos não alcançam outras.
 
 
Somos partes sensíveis como pétalas da flor,
separados, os sentimentos são diversos,
em um, somente uma alma que chora cada pedaço,
apartados de um corpo que perfuma quando ama.
 
 
Não caminho nas mentiras que prometem a verdade,
tatuei nas minhas digitais um nome de mulher,
dizei-me se qualquer dia não se sentir amada,
tenho medidas de vida, não regras para meu amar.
 
 
A alma é um tesouro ilimitado de riquezas,
vê nos olhos daquela mulher minha a paixão exposta,
sinto-a pura quando fala dos teus sentimentos mais fortes,
impura quando teus olhos mostram o desejo do sexo.
 
 
Deixa que meu coração conheça o silêncio dos sentidos,
nego o som estridente das lamurias aos ouvidos.
desejo palavras que um dia sonhei dizer a amada,
o coração anseia, o corpo reclama da paixão seus segredos.
 
 
Deixo os sentimentos explorarem os prazeres do sexo,
procuro misturar o amor aos êxtases mais puros,
toco o outro com respeito até quando o desejo é profundo,
até que os gozos úmidos dos corpos se entrelaçam até as almas.
 
 
Caminho carregando sentimentos desconhecidos da alma,
preciso tocar o corpo daquela mulher amada minha,
ainda que o sonho seja segredo guardado nos olhos,
amo sua alma, seu amor que brota entre minhas manhãs.
 
 
30/03/2006
Caio Lucas
Enviado por Caio Lucas em 31/03/2006
Código do texto: T131415
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Caio Lucas
São Paulo - São Paulo - Brasil, 68 anos
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Caio Lucas