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Amor de caboco

            Ó Lua que alumia
            meu só e seco sertão
            acarma meu coração
            e crareia a vida minha.

            Ó lua! se apieda
            desse pobe trabaiador
            que em meio a tanta dor
            se aregala em sua beleza.
         
            Que diante do teu crarão
            te roga e te suprica
            um pouco de atenção.

            E ocê, oh! lua disumana
            num liga, se rí e desdenha
            de quem perdeu a razão,
            de quem te deu o coração.

                                 (Mulungu)
           
Rivelino Matos
Enviado por Rivelino Matos em 07/04/2006
Reeditado em 17/04/2007
Código do texto: T135230

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Sobre o autor
Rivelino Matos
Euclides da Cunha - Bahia - Brasil
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Rivelino Matos