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Déjame quererte así…Deixa-me querer-te assim…

Déjame quererte así…

Con el canto lírico de primavera.

Con el cristal de la pasión

que puebla los caminos de mi corazón.

Con el milagro que concibió Dios a mi razón.

Con la brillante luz

que en mi ventana se filtró.

Aun sin tocarte…

Te amo.

Eres la eternidad

para no dejarte de amar.

La noche que no tiene final.

La senda que me conduce al altar.

La ventisca del sol al despertar.

Déjame quererte así…

Con el salvaje silencio.

Con las olas del viento.

Con la voz inquietante de mis versos.

Déjame quererte así…

© Noris Roberts

Deixa-me querer-te assim…

Com o canto lírico de primavera.

Com o cristal da paixão

que povoa os caminhos de meu coração.

Com o milagre que concebeu Deus a minha razão.

Com a brilhante luz

que em minha janela se filtrou.

Ainda sem tocar-te…

Amo-te.

És a eternidade

para não te deixar de amar.

A noite que não tem final.

A senda que me conduz ao altar.

A nevasca do sol ao acordar.

Deixa-me querer-te assim…

Com o selvagem silêncio.

Com as ondas do vento.

Com a voz inquietante de meus versos.

Deixa-me querer-te assim…

© Noris Roberts

http://www.poetasdelmundo.com/paises_america.asp?IDPaises=137

http://www.carlabrunetto.com.br/

Noris Roberts
Enviado por Noris Roberts em 17/04/2006
Código do texto: T140788
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Sobre a autora
Noris Roberts
Venezuela, 48 anos
135 textos (2622 leituras)
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Noris Roberts