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Te amo!

Não sei de você,
Mas, eu te amo!
Te amo tanto,
E é com a alma em prantos,
Que te peço perdão!
Quem ama,
Quem ama de verdade,
Se desprende da vaidade,
E até tenta entender,
algumas acusações injustas,
Porque quem ama,
Perde a noção, perde a direção,
Faz de tudo, pra não caminhar sozinha,
O mesmo caminho do seu amado.
Por isso, mesmo com a certeza,
De não ter errado,
Mesmo sem ter, em um só instante,
Feito algo que pudesse deixá-la triste,
chateada, mal amada,
Te peço com a alma lavada,
Pelas lágrimas que, você chorou
noite inteira... Repense, desconsidere
tudo que lhe pareceu traição,
Porque quem ama, como eu te amo,
Não trai, não mente e não se cala,
Quem cala consente!
Se preciso for, grito a vida inteira,
Pra todo o mundo ouvir,
Que te amo...Hoje, ontem e sempre!
paulo cesar coelho
Enviado por paulo cesar coelho em 18/04/2006
Reeditado em 18/04/2006
Código do texto: T140843

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Sobre o autor
paulo cesar coelho
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil
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paulo cesar coelho

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