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Prisioneira da solidão

Olho para estrada e pergunto,
Devo partir sem realizar os meus sonhos?
Sem saciar os meus desejos?

Eu dona do meu próprio destino;
Dar-me-ia a sentença de viver presa na solidão?
Ou libertaria esse pobre coração?

O silêncio é divino,
Mas permanece obscura a minha visão
Mal posso ouvir a voz da razão

De repente ouço um grito noturno,
Sinto um vácuo no espaço, tornam-se presente a dor e a solidão.
Surgiu a duvida, amar ou prender ou meu coração?
MARIA PAULA
Enviado por MARIA PAULA em 26/04/2006
Reeditado em 19/05/2006
Código do texto: T145431
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Sobre a autora
MARIA PAULA
São Paulo - São Paulo - Brasil, 54 anos
40 textos (2797 leituras)
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MARIA PAULA