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Ternura III

Ao ver o vulto de tua imagem
tão alta e tão bela como as flores
que nascem nos montes inacessíveis,
apaga-se em meu ser todas as dores...

Ao ver o vulto de tua imagem
tão alta e tão bela como as flores
que nascem nos montes inacessíveis,
pergunto:”como não morrer de amores?”.

Ao ver o vulto de tua imagem
alegra-se meu coração...
Meu anjo, quero tanto te dizer: “Oi!”
mas não consigo dizer nada não...

... tenho medo de que o meu simples “oi”
seja abafado na distância,
ou que você haja como
se ele não tivesse chegado a teus ouvidos...
Poeta Devaneador
Enviado por Poeta Devaneador em 07/05/2006
Código do texto: T151661

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Sobre o autor
Poeta Devaneador
Rondonópolis - Mato Grosso - Brasil, 29 anos
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