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POEMA ESPACIAL


Jorge Linhaça
21/10/2005
 
Adornei meu corcel de estrelas
paramentei-me de sois luzidios
A via Láctea fiz de minha esteira
Para ti me enfeitei de atavios
 
Cavalguei entre estrelas brilhantes
Nebulosas trespassei para te ver
buracos negros vasculhei em rompantes
Senti o calor do sol em meu peito arder
 
Mas no vácuo apagaram-se as estrelas
supernovas eclodiram à minha frente
Galáxias desapareceram sem eu vê-las
O sol em meu peito tornou-se poente
Jorge Linhaça
Enviado por Jorge Linhaça em 19/05/2006
Código do texto: T158651
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Jorge Linhaça
Salvador - Bahia - Brasil, 55 anos
3723 textos (711242 leituras)
95 áudios (13093 audições)
1 e-livros (277 leituras)
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Jorge Linhaça