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CAMINHEIRO

Vejo a brisa macia no teu adejar e a delicia perfeita no teu  acariciar,
Inesquecíveis momentos, qual fumaça tranqüila desfazendo-se no ar,
No olhar piedoso de teu coração bondoso a vida pulsar, feito pássaro
Em silêncio sereno a voar,“Agora eu posso ao mundo inteiro gritar
que sou feliz e tenho alguém para amar”.

Escapo-me do mundo qual um tal de Raimundo que só vive a sonhar
Rima que rima com mundo e vagabundo,irmã e prima do meu soluçar e  tudo perfeito seria se não tivesse pela vida que lutar.

Refaz-se a natureza que com certeza preciso amar e que com perfeição
O ignorante se põe a matar, pensamento errante, que desde muito antes
Na floresta pinheiro e Pau-Brasil se punha a derrubar. Sou filho da selva
E agora na relva tenho que caminhar.

Mas deitado em teus braços desfaço e refaço meu jeito de pensar
No caminho colorido, nessa estrada da vida preciso caminhar
Amar e ser amado, querer sem ser querido e buscar muitas
Vezes sem sucesso amores perdidos no ar
R J Cardoso
Enviado por R J Cardoso em 26/05/2006
Reeditado em 30/05/2006
Código do texto: T163207
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
R J Cardoso
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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R J Cardoso