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Poesia do Louco

Varrido
Louco Desvairado
Incompreendido (por falar de amor ao pé-do-ouvido).
Insano (por dize eu te amo).
Tomar gardenal
Mas jamais dirão que sou boçal, normal, ou até mesmo intelectual
Quem sabe marginal.
Ensandecido
Sou mais um dos Loucos de todos os gêneros, citados na constituição
Mas nunca trairei minha nação.
Tam-tam
Lê-lé da cuca
Doido
Maluco
Intrépido
Mas jamais cético, pois estes paralisaram o mundo, com suas mesmices, crendices e estalactites.
Carcomido
Vivo no Hospício
Mas não haverá resquícios
vestígios
de um cérebro pífio.
Falta de Lucidez
De amor foi minha embriaguez.
Eu e minhas mazelas
Por mais idiotas que sejam, sempre luto por elas.
Aturdido
Mas por amor, destemido.
Ser são, mas sem um amor no coração,
Prefiro a loucura. E com gratidão.


*novos versos:

Podem até me atirar tranquilizantes;
porém, não surtirá efeito.
Biruta.
Podem me colocar uma camisa-de-força.
Mas munca prenderão minha alma, meu coração.


ilsanches@gmail.com
Ivan Sanches
Enviado por Ivan Sanches em 31/05/2006
Reeditado em 12/06/2006
Código do texto: T166392

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Sobre o autor
Ivan Sanches
Santo André - São Paulo - Brasil, 34 anos
141 textos (12236 leituras)
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Ivan Sanches