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Poema 0713 - Até que... te amo!




Desta vez não sigo comprando mãos para segurar,
jogo fora os cadernos da escola desta vida,
antes queria ter lembranças de outro dia,
do bailinho depois daquele beijo no sofá amarelo,
foi definitivo quando noutro dia não encontrei você,
não sei se é amor em domicilio, no seu eu vou.


Tenho aquela forma louca que adora amar,
não vou olhar para nenhum lado quando andar com você,
também não quero fazer ninguém chorar, depois de ontem,
despreza a força se puder e ama depois da meia-noite,
diga-me o que quiser, mas fala de amor,
mesmo que no começo a paixão seja uma mentira pequena.


Deixei algumas letras na calçada no fundo da sua casa,
para quando fugir, quando fugir com meu amor,
leva as flores que plantei no futuro que trouxe,
juro, amanhã não falo mais nada daquela nossa paixão,
não cabe tudo neste peito louco, mas cresce,
sempre que chega com aquele jeito de menina dizendo não.


Acaba hoje minha pequena vida destemperada de nós,
não te condeno se meu querer é demais,
reclama depois que fizermos amor, antes e depois da lua,
está escrito no céu da boca que beijei, te amo.
Então deixa a música tocar no meio da rua que mora,
ofereço-te eu, amor e eu, até que, te amo...


06/06/2006
Caio Lucas
Enviado por Caio Lucas em 06/06/2006
Código do texto: T170399
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Caio Lucas
São Paulo - São Paulo - Brasil, 68 anos
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Caio Lucas