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NÃO VÊS (QUE)?

A ti, a mais sublime entre as sublimes
NÃO VÊS (QUE)?
Que o meu lado negro
Se dissolve
Quando estás por perto

Que as estrelas
Ocuparam o espaço do meu olhar
Quando sinto
Que de mim te estás a recordar

Que as palavras sobem aos céus
Quando saem de ti
Recebendo assim eu carinhos teus

Que não te trocava
Por nada
Por nenhum outro lugar
Paris, Roma, Barcelona
E até mesmo Marte
Porque de mim
Sinto que fazes parte

Que a eternidade
Pode ser o caminho da imensidão
Quando estamos juntos
Mesmo separados
Retrato aos pedaços
Para a toda a posteridade

O puzzle que estou a montar
Onde tu és a peça principal
E que sem ti
Ele tem um espaço vazio fundamental

Não vês?

Que o amor
É uma língua nova
Que estou a aprender contigo
Com todo o fervor
Utilizando o alfabeto da ternura
No papel da tolerância
No qual escrevo até ao infinito
Que tu e só tu
É que tens importância

Não vês?
Miguel Patrício Gomes
Enviado por Miguel Patrício Gomes em 26/06/2006
Código do texto: T182579

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Sobre o autor
Miguel Patrício Gomes
Portugal
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Miguel Patrício Gomes