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IMAGINANDO-TE AÍ




Tão só... o mundo se foi, de repente!
Que a dor que me dói, não é dor de gente
É frio que cala, e queima lentamente
Tudo o que é riso, ou desejo ardente!

Sou como que pedaço de coisa fútil!
Inutilidade que é nada, por condição!
E não sabe o porquê de tal razão!

E assim me calo, na desesperança
Que só é solene quando alcança
A dor mais desgraçada, e inútil!


Jorge Humberto
(21:58/Março/22/03)
Jorge Humberto
Enviado por Jorge Humberto em 27/06/2006
Código do texto: T183207
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Sobre o autor
Jorge Humberto
Portugal, 51 anos
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13 e-livros (541 leituras)
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