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SUAS MÃOS / SUS MANOS = TÂNIA AILENE

SUAS MÃOS
TÂNIA AILENE


Entre o sol e o entardecer
te busco, procuro, aguardo, corro
só para dizer:
Suas mãos onde estão?
Sabe a falta que sinto?
Me alcance, faça comigo
o instrumento de seu prazer...
Meu bem, aqui estou!
A lua vem nos banhar com sua prata
revelaremos nossos planos:
Uma noite de amor ...
Com brisa
aplausos das ondas do mar.
Equalizando a força do desejo
que de nós se apossa
com carinhos, lábios
a procura de tremores sem pudores.
Mãos que seguem rastros sinuosos
corpos em movimentos ardentes
somos união de pecado
anseios de tudo que nunca fomos...
Quero ser tua estrela
lhe tenho amor
brilhe comigo como eclipse.
Num momento raro
descobrimos:
Já somos um sol coberto pela lua.
Nua tua, sol meu...

SUS MANOS…
TÂNIA AILENE

Entre el sol y el entardecer
 le busco, Busco, Espero,
Funciono solamente a la opinión:
¿Sus manos donde esté?
¿Sabe la carencia que me siento?
Yo alcance, hace con mí
 el instrumento de su placer…
Mis buenos, ¡aquí estoy!
La luna viene en bañarse con su plata los divulgará
 nuestros planes:
Una noche del amor…
Con los aplausos
 de la brisa de las ondas del mar.
Equalizando la fuerza del deseo
 que de nosotros si posee
 con afecto, labios
la búsqueda de temblores sin modesties.
Las manos que siguen cuerpos de las pistas
 de la bobina en quemarse los movimientos calientes que
 nunca somos deseos vivos
 de la unión del pecado de eso nosotros eran…
Deseo ser su estrella que
 tengo amor a él
 brillo con mí como eclipse.
En un momento raro
descubrimos:
Somos ya un sol cubierto para la luna.
Desnudo el suyo, mina del sol…




Tânia Ailene Nua Poesia
Enviado por Tânia Ailene Nua Poesia em 30/06/2006
Código do texto: T184813
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Sobre a autora
Tânia Ailene Nua Poesia
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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