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DESCULPA…

                 A ti, a mais sublime entre as sublimes
                           DESCULPA…
              (Poema de arrependimento por não te       conseguir deixar de amar)

Ter passado uma noite em branco
Para saber o que te dizer neste poema
Porque para mim as noites por ti nunca terão fim
Porque vales a pena

Desculpa

Depois de várias paixões
Descobri por acaso que foste o meu primeiro amor
Quando via apenas em ti uma amiga
Que me dava de todo o mundo um sublime calor

Desculpa

Não há poder no universo que mande no coração
E o meu foi sem querer ao teu encontro
Qual carro na mais louca contra-mão…

Desculpa

Sei que Deus existe
Tal é irrefutável
Embora não acredite nele
Acreditarei sempre em ti
Pois tu és inevitável

Desculpa

Quando te escrevo
Faço como numa oração
Tu és parte dum belo em mim
Luz portentosa
Sublime bênção

Desculpa

Amo-te ao sabor
Das palavras que vão saindo da minha boca
Mas sobretudo da minha virtual pena
Batalha perdida no início
Amo-te com toda a minha alegria
Com toda a minha tristeza

Desculpa

Não creio
Que o imenso que sinto
Em ti algum dia irá uma divina semente fruir
Mas os sonhos
Meu amor
É algo que ninguém pode destruir
Por isso eu sonho com dias impossíveis
Com dias de paz
Dias de glória
Onde vivêssemos
Algo de único
Uma bela e nunca escrita história

Desculpa…


Miguel Patrício Gomes
Enviado por Miguel Patrício Gomes em 30/06/2006
Reeditado em 30/06/2006
Código do texto: T184932

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Sobre o autor
Miguel Patrício Gomes
Portugal
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Miguel Patrício Gomes