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Eternos diamantes

Eternos diamantes...

Sentir teu corpo colado ao meu
Poema de desejos, tu e eu
Sentir teu cheiro, teu corpo trigueiro
Doce sonho nos braços de Morfeu

Castatas de luz brilhantes
Invadem nossas chamas crepitantes
Ultrapassam nossos frágeis liames
Somos eternos diamantes

Chamas ardentes no momento presente
Brasas reviradas somos estrelas cadentes
Cometas errantes, no espaço flutuantes
Estrelas passadas, poeiras brilhantes

Sentir teu corpo colado ao meu
Roteiro de passeios aventureiros
Sentir teu cheiro, teu corpo trigueiro
Realidade pura, devassa, madura.

Castatas incessantes de prazer
Quero ler teu poema ao amanhecer
Sentir tua luz ao anoitecer
Sentir teu calor ao esmorecer

Chamas fogosas, insanas, melosas
Insistem em arder, carícias dengosas
Mãos sedentas, línguas gulosas
Somos almas ardentes em corpos carentes

Sentir teu corpo colado ao meu
Sinônio de delírios, ápice de delícias
Sentir teu cheiro, e você por inteiro
Brilhar em tua luz, você me conduz

Chamas ardentes, divinos amantes
Eternos diamantes...


Aradia Rhianon
Enviado por Aradia Rhianon em 30/06/2006
Código do texto: T185114

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Sobre a autora
Aradia Rhianon
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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