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NÃO TE SINTAS OFENDIDO

Não te sintas magoado, ofendido,
Ó amor, meu querido namorado,
Se nada sabes do passado,
Que em mim tenho guardado.

Não deixes que o desconhecido
Faça-te um desequilibrado,
Porque amor que foi abandonado,
Não revive... Deve ser esquecido.

Não sintas ciúme de coisa pouca.
Se estou silente, coisas tristes tu pensas,
Que o passado é a causa das desavenças,
Sabes que te amo como louca.

Sempre perdôo as tuas ofensas,
Geradas pelo ciúme que desatina.
Não vês que nos teus braços sou menina
Carente de beijos e de carícias intensas?
Maria Hilda de Jesus Alão
Enviado por Maria Hilda de Jesus Alão em 21/05/2005
Código do texto: T18583

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Sobre a autora
Maria Hilda de Jesus Alão
Santos - São Paulo - Brasil
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Maria Hilda de Jesus Alão