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A PRINCESA QUE DEITAVA LÁGRIMAS DE OURO

Minha linda, desculpa, mas este poema é um misto de amor com amizade…
A PRINCESA QUE DEITAVA LÁGRIMAS DE OURO

Conheci um dia no tempo infinito
O maior de todos os tesouros:

A princesa que deitava lágrimas de ouro

O seu coração
Tinha o tamanho do Universo
As suas palavras
Saíam da sua boca em verso
A sabedoria
Adivinhava-se no brilho do seu olhar
O brilho mais intenso
Que tive o privilégio de escutar

Sentimentos eternos
Brotavam no fundo do seu ser
Pedaços de eternidade
Que alimentavam qualquer crer
Dona de uma herança sem tamanho
Que parte era a honestidade
Sendo a outra
A sua imensa bondade

Mas só na sua torre
Chorava por um amor perdido
E lamentava ter-se a ele entregado
Para depois
Reparar que o seu ser fora abandonado
Ela era a maior de todas as injustiças
De como alguém como Ela
Vira todo o seu sonho cremado
Até não existirem nada mais do que cinzas
Do paraíso amado
E foi na dor dela
Que a encontrei
E que por ela me apaixonei
Ficando até ao Invisível
A ver
O meu próprio impossível
Mas grato aos céus
Porque senti que um dia, um dia
Os seus divinos sonhos
Também foram os meus
E por isso nessa utopia
Fui o homem mais feliz
Que um dia existiu
A apenas olhar para Ela
Sei que a minha vida
Todo o sofrimento
Para alguma coisa valeu

A princesa que deitava lágrimas de ouro
Miguel Patrício Gomes
Enviado por Miguel Patrício Gomes em 04/07/2006
Código do texto: T187191

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Sobre o autor
Miguel Patrício Gomes
Portugal
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Miguel Patrício Gomes