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Poema 0737 - Louco, louco, louco


 

Louco, jamais me chamem de louco,
tenho estradas próprias, voz silenciosa,
um ardente beijo que entorpece,
como a luz que vaza o escuro do tempo.
 

Louco, gritem para outra pessoa,
chamem-me de amor, de paixão,
mesmo que não me conheça, grite,
ouvirei-te da lua, a minha, do meu quarto.
 

Louco, talvez seja um pouco, por ela,
quando beijo seu sorriso no retrato da parede,
abro todas as portas do meu corpo amante,
até que meus pensamentos vão até aos sonhos.
 

Louco, deveriam morrer todos os loucos,
amantes que não adormecem sem o carinho,
sou aquele que não sabe apenas sonhar,
amo ser louco e amante, louco eu por ela.
 
 
04/07/2006
Caio Lucas
Enviado por Caio Lucas em 04/07/2006
Código do texto: T187539
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Caio Lucas
São Paulo - São Paulo - Brasil, 68 anos
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