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amor errante

Tu que fostes o mal
supremo da alma minha
E não contente de matar-me
Calastes o grito do amor
Do jeito ébrio e delirante
Da morte... seja ela qual for!

Não me curvo na solidão
Jaz agora amor que tive
Erva daninha rasgando a terra
eram apenas teus desejos
E a vida, pecado infame, encontrei-a...
por segundos, em teus beijos!

Não se afastes, amor que tive!
Da tristeza que agora vinga
eras apenas a luz!
E não digas deste pobre errante
Que odeia amar o amor
Que mais uma vez se fez distante!
dhália
Enviado por dhália em 13/07/2006
Código do texto: T193332
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Sobre a autora
dhália
Salvador - Bahia - Brasil
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dhália