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ULTIMAMENTE

Mais uma vez debruçando o peso da minha tristeza sobre meus cotovelos em um balcão de bar.
Recebendo olhares que nada me dizem e se dissessem não seria o que quero escutar.

Porque ultimamente me surpreendo querendo recostar meu corpo cansado em um abraço demorado que me renove os sonhos neste simples abraçar.

Eu que me encontrava  entre o  entre o desistir e o reagir, o adeus e o olá, me descubro c/ o coração quebrado, mas agora querendo ser colado, disposto a de novo se  arriscar.

 Deve ser o tempo sabiamente ajeitando tudo em seu lugar, sacudindo a poeira do passado  e me fazendo p/ o futuro levantar.

Eu que me encontrava entre heróis e fantasmas,  sorrisos e lágrimas, sinto que está por vir  um novo recomeçar.

Então mais uma vez me arrisco, p/ ser feliz  eu insisto em sempre e mais uma vez tentar, pq nada como amar tira os pés do chão, nada acelera o coração, nada faz tanta falta e nada é tão bom.

Pq. nada substitui ter alguém te esperando, alguém p/ esperar, p/ sentir saudade, p/ sentir vontade de amar de verdade, nada é como amar.

direitos reservados Nadia Luz
Enviado por direitos reservados Nadia Luz em 15/07/2006
Reeditado em 15/07/2006
Código do texto: T194371
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Sobre a autora
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Londrina - Paraná - Brasil
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