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Dez versos de amor

Assassinando um amor
Destruindo uma vida
Tornando um torpor
Aquela que foi querida

Arrancando as raízes
Podando as pontas
Dos dias felizes
Vida de faz de conta

Forçando a esquecer
Um amor que morreu
Que não devia nascer
Que não devia ser meu

Apagando lembranças
E deixando flores
Da menina criança
De meus amores

À vontade de sonhar
Mesmo sendo ilusão
É impossível encarar
Com vazios no coração

Desejo de amor
Ainda na solidão
É um lápis de cor
Que pinta na escuridão

Uma força me separa
Foi o tempo que passou
Sofrendo a barra
Solidão que um dia amou

Para viver eternamente
No céu e em meu coração
Razão de tê-la na mente
Ainda que em oração

Deixa viver a hora
Do brilho dos olhos seus
Pois sempre e agora
Pairam nos meus

A você que me fez curtir
Escrevo sem rancor
Aquilo que por ti senti
Aquilo que chamo Amor
 
Marcelo Scot
Enviado por Marcelo Scot em 20/07/2006
Código do texto: T197755

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Sobre o autor
Marcelo Scot
São Paulo - São Paulo - Brasil, 52 anos
388 textos (34993 leituras)
9 áudios (1478 audições)
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Marcelo Scot