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DE VEZ EM QUANDO É ASSIM...



Quando ela está meio mar,
Meio zonza de estar
Na onda do barco do amor...
Dou de presente o sol
Que pesquei com anzol
Com isca de beijo e calor...

Quando ela está meio down
Parecendo um clown
Que esqueceu de sorrir...
Dou de fazer piruetas
Pra que ela esqueça
Do nosso mundo a ruir...

Canto pra ela canções sem vestígios de guerras,
Domo pra ela cavalos em meu coração sem sela;
Reparto o repasto e parto por ela a minha maçã,
Somo alegria e beleza e desejo, logo de manhã...

Pulo da mais alta torre e flutuo pra em seu colo cair,
Abro delícias em mundos que ela nem pensou existir;
Branco de branca brancura eu brinco igual a um fantasma,
Depois nos banhamos em sonhos, lavamos as nossas almas.

Quando ela zanga de vez,
Macias revelo saber
Ter mãos, leves, cetim...
Joga-se toda em meus braços,
Da dor eu desfaço os laços,
De vez em quando é assim...



Preto Moreno





Preto Moreno
Enviado por Preto Moreno em 20/07/2006
Reeditado em 21/07/2006
Código do texto: T198235

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Sobre o autor
Preto Moreno
São José do Rio Preto - São Paulo - Brasil
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