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Chama-me que eu vou


Adormece nos braços da fantasia, onde a magia toma lugar, transponho a entrelinha do pensamento, o infinito se levanta ao longe. 

Nossos corpos suspensos no espaço, sob a luz que de ti emana, brilham tanto, em meio ao sereno. 

Em suaves júbilos cantarei ao pé do ouvido, palavras escritas no livro da alma,
Frases descompassadas, por lágrimas encharcadas no silêncio de meu ser. 

Chama-me que eu vou, antes que a aurora desponte e os sinos toquem na catedral, e do sonho desperte, sem realizar todos os anseios, as mãos suplicam carícias, dos lábios extraírem a delicia dos beijos. 

Dê-me teu coração, para que eu habite e floresça, prometo não desaponta-lo,
De esse sonho realizar todas as fantasias, do simples olhar aos turbilhões de sentimentos que afloram. 

Em emoções sublimes envolver-te carinhosamente, deixando transpassar,
O sentimento vazando entre os dedos. 

Transpor os medos, dando lugar a doce calmaria, no entrelace, desvendar os segredos que escondem o olhar.
Ainda que os raios do sol venham te despertar, chama-me que eu vou te buscar no sonho... 


25.07.2006


Águida Hettwer
Enviado por Águida Hettwer em 25/07/2006
Reeditado em 25/07/2006
Código do texto: T202018

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Sobre a autora
Águida Hettwer
Sapiranga - Rio Grande do Sul - Brasil, 42 anos
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