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Poema 0762 - Ainda não sei de mim




Não sei de nada de mim,
não tenho provas que estou vivo,
jamais choro, jamais falo a verdade,
pois sou nada, até daqui a pouco.


Não vou ser a cortina que sobe,
quero ser o programa da madrugada,
posso ainda estar um pouco sonolento,
mas certo que vou ser alguém para amar.


De fato preciso ainda aprender muito,
talvez nem saiba me apaixonar,
dê uma chance e mostrarei,
sou aprendiz de amor, um dia, amante.


É, não sei de nada de mim,
quem sabe um dia volto e escrevo o contrário,
mostro que a cortina levantou
e eu sou o artista, não o palco.


Sei de muita coisa que passou, e o futuro?
Este, quero diferente de tudo que fui,
quero conhecer o que não vi,
talvez acreditem em mim, alguém, algum amor...


O amanhã é a resposta dos meus anseios,
a felicidade, a liberdade que pedi um dia destes,
que o mundo me fale do amor, da amante,
até que um dia meu grito vá até um céu qualquer.


25/07/2006

Caio Lucas
Enviado por Caio Lucas em 26/07/2006
Código do texto: T202558
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Caio Lucas
São Paulo - São Paulo - Brasil, 68 anos
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