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Amor

Amor que nasce puro e com rara beleza,
Vieste, acaso, redimires minhas dores?
Serás tu a recompensa pelos horrores,
Sofridos por conta de falsos amores?

Sois como a luz, que nasce com o dia,
Trouxeste a primavera em tuas cores,
Cobriste a minha vida de alegrias,
E minh'alma está repleta de flores!

Ah, tu me deste o mais belo dos dons,
E me agraciaste com o homem amado,
E dele recebeste a fé dos homens bons,
E a alegria de nos haver encaminhado.

Amor, nasceste puro e tão belo estás,
Uniste dois corações que se buscavam,
Tu és a testemunha mais preciosa,
Comprovaste a união das almas gêmeas!

Não permitas que duvidem deste milagre,
Tu o realizaste, hoje ele é real,
Se Deus vos permitiu que nos unisses,
Nada nem ninguém nos poderá separar.

E tu continuarás a florescerdes,
E frutos mais tarde tornar-te-á,
Serão, com certeza os mais doces,
Que os amantes hão de provar! 

(13/09/2002)

Akasha De Lioncourt
Enviado por Akasha De Lioncourt em 30/07/2006
Reeditado em 28/11/2007
Código do texto: T205508
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Akasha De Lioncourt
São Paulo - São Paulo - Brasil, 45 anos
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