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Doce Encanto II


Doce encanto II

Doce encanto que fervorosamente desejo,
nesse eflúvio celestial da madrugada,
nesse crepúsculo primaveril do beijo,
na sombra inerte e fria da noite estrelada.

Vem a mim solitário meu doce encanto,
não seja uma sombra que a esmo vagueia,
cobrindo as flores do Éden santo,
seja o amor puro que o poeta anseia.

Se eu pudesse ser puro e teu amor merecer,
acalentaria as lágrimas de meus olhos estanques,
tamparia para choroso e incrédulo não ver,
que o teu amor e teu encanto é dirimente.

Ah! doce encanto que orquídea te exalou?
Depois a floresta todas aromada se curvou,
para então apreciar o teu encanto docemente.


Valter Figueira
Enviado por Valter Figueira em 01/08/2006
Código do texto: T206651
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Valter Figueira
Carlinda - Mato Grosso - Brasil, 48 anos
39 textos (2147 leituras)
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Valter Figueira