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Carimbe-me na testa o teu nome

Você é a mais sapeca que pimenta
Mais levada que malvada.
Amor que vai de trem e vem pela manhã.
Amor de sábado cedo
Enredo. Você é mil em um.
Você é madona, mandona, a dona.
Diaba difusa. Confusa. Me usa e abusa
Exata, matemática me subtrai e leva.
Sua persistência me segura. Ata.
Faz festa, pula sobre. Sobe. Escorrega.
Sou tua fruta, tua seiva, cerveja escura
E o que não presta: Nebuloso, nervoso, difícil.
Inexato. Produto quase vencido. Aproveita.
O que não tarda chega cedo. Madruga.
O que não vai permanece um pouco.
O que não se nota, fica no canto, mas desencanta.
Encante a serpente. Tente o incomum
Nesse mundo um é muito, adjunto. Anexe.
Vôo é um plano que pousa no entretanto.
Por enquanto não há dano. Se adone. Aposse.
Carimbe-me na testa teu nome.
Célio Pires de Araujo
Enviado por Célio Pires de Araujo em 02/08/2006
Reeditado em 02/08/2006
Código do texto: T207392

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Sobre o autor
Célio Pires de Araujo
São Paulo - São Paulo - Brasil
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