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Olhaste-me tão docemente
Que me senti mergulhar
No lago do teu olhar
Fui átomo feliz de ti
Noutra dimensão me achei
As chaves do amor busquei
Vaguei como peixe áureo
No teu límpido esplendor
De repente escureceu
E o teu olhar se cerrou
E a manhã me cegou
Na lágrima que desceu


Perdi-me em ti... não sou eu
Mas Eva que desobedeceu
Além do permitido ousou
Adentrar, e o teu olhar cobiçou.

e se agora estiolo
na fria aridez do solo
em celso orgulho evoco
ter vencido o preconceito
ter ousado o inaudito
em júbilo me sublimo!



Maria Petronilho
Enviado por Maria Petronilho em 01/06/2005
Reeditado em 17/12/2006
Código do texto: T21381
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Maria Petronilho
Almada - Setúbal - Portugal, 64 anos
1238 textos (130538 leituras)
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9 e-livros (5156 leituras)
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