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CANTO POR SÃO NADA

Para ti, Princezinha flor borboleta
CANTO POR SÃO NADA

Vou ao céu
E ao inferno
Em todas as horas
Mas principalmente
De madrugada
Ouçam a minha voz

Canto por São Nada

Porque o todo
Nem sempre
É a soma das partes
Sinto a tua falta
Do teu olhar
Da tua arte

Canto por São Nada

Na crença descrença
De quem se está
Demasiadas vezes a repetir
Tenho sempre um destino
Mas sempre
Não sei para onde ir

Canto por São Nada


Procuro
A arte da imensidão
Borboleta que bate sem som
As asas
Mas que faz tal barulho
Que parece um milhão
Em busca da sua terra
Que foi perdida
Numa qualquer treva
Em busca de um segredo
Que só lhe deu
O enledo
Dum sol tapado
Pela peneira da sua sombra
Que a protege do mal
Desse mistério revelado
O arco íris tem muitas cores
Mas só uma se realça
E eu…
Ando tão enganado
Pois à distância estou só
Quando na realidade
Estou a teu lado
José Miguel Gomes
Taizé
França
14 de Agosto
12:42h
(2ªf)
Miguel Patrício Gomes
Enviado por Miguel Patrício Gomes em 26/08/2006
Código do texto: T225789

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Sobre o autor
Miguel Patrício Gomes
Portugal
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Miguel Patrício Gomes