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Desilusão


É o trem saindo, bramindo
É a lágrima brotando e caindo
São mãos suadas, separadas
É o luar triste, partindo
São nuvens carregadas, desoladas
É o sol que não vem...
É a distância de alguém
É o coração amarrado e açoitado
Vida que agoniza à tua falta
Solidão que mata

Esperança criada, que acaba
Com a tua chegada, tão sonhada
É o trem voltando, cantando
Há sorriso no rosto, de menino maroto
Mãos suadas, desamparadas
Que esperam as tuas... delicadas
É o sol que enche o coração da gente
Vida chegada, despertada

É medonha a carência, pela tua indiferença
É desalento contínuo...
É a saudade perdida, esquecida
É o teu sorriso de amiga, para um menino
É o sonho de um homem, desfeito
É a morte do amor, em meu peito
Juarez Florintino Dias Filho
Enviado por Juarez Florintino Dias Filho em 04/09/2006
Código do texto: T232740
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Sobre o autor
Juarez Florintino Dias Filho
São Vicente - São Paulo - Brasil, 53 anos
50 textos (1146 leituras)
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Juarez Florintino Dias Filho