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Meu amor é eterno

Antes eram os campos e as cirandas
Das horas de mistério sucessivas
Era o frêmito e o louro das espigas
Viajando em meu corpo e em tuas tranças,

As cantigas ficaram insepultas
E vozes de cigarras adormecidas
No longe da memória acendem gritos
De busca à perfeição que jamais chega

Enquanto pingam segundos do relógio
Meu ser em versos se desfila todo
Na mais suave melodia
Contemplando a relva do campo da alegria

Lapidarei tua pedra de toque do furor
Em forma de prisma de cristal vou gravar
O anúncio do nosso amor tecido de crepúsculos
E de alvoradas louras e eternas


Versos do meu eterno Tio Jorge. Que Deus o tenha.
Zedio Alvarez
Enviado por Zedio Alvarez em 05/09/2006
Reeditado em 20/10/2008
Código do texto: T232919
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Zedio Alvarez
Petrolina - Pernambuco - Brasil, 59 anos
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Zedio Alvarez