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Meus inocentes versos

Dizem que meus versos são bôbos.
Oh! Coitados. Se eles soubessem o esforço
Para se disfarçarem de tolos, que inocência...
Na realidade eles se escondem na inteligência.

Eles não se trajam de roupas bonitas
Preferem andar simples como o coração
Com uma caneta na mão evoco a inspiração
Uso a minha sagrada imaginação

Meus versos andam pelas madrugadas
Estão sempre curtindo as serenatas
Para desvendarem os segredos das arte-manhas
São capazes de escalar montanhas

Já remaram em mares revoltos
Para tentar encontrar meu amor
Na busca constante até a margem
Chegaram a ver miragem, que coragem!

Meus versos, não tem muita métrica
Não passam por rigorosos testes gramaticais
Peço a Deus que não zombem deles
Senão a resposta virá, através de uma réplica

Amigos! Por favor!
Deixem eles desfilarem na avenida da amizade...
Deixem eles desfilarem na avenida da emoção...
Deixem eles desfilarem na avenida do coração...
Permitam que eles cheguem, até a avenida da eternidade
Zedio Alvarez
Enviado por Zedio Alvarez em 18/09/2006
Reeditado em 21/10/2008
Código do texto: T242988
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Zedio Alvarez
Petrolina - Pernambuco - Brasil, 59 anos
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Zedio Alvarez