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Teus olhos de criança

Não lances teu peito aberto à vida
Às vezes é tua candura que te fere
Amor, ama minha alma, minha pele
Mas, não vás de toda inteira despida

Pois a vestimenta que deves usar
Chamam de precaução, desconfiança
Vás  com os teus olhos de criança
E acaba por sempre se machucar

Por isso, vá para o mundo toda agasalhada
Ou com meus braços a te acobertar!
Toma um rumo seguro na tua estrada
Que, de guarda, tens meu amor a funcionar!

Criança, se diz aprendiz, mas és mestra
Em ensinar as coisas da vida e do amor
Diz: Ao amor que se ama não se seqüestra!
Mas, se mima, se adornar, deve-se dar calor.
Andrié Silva
Enviado por Andrié Silva em 24/09/2006
Código do texto: T247997

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Sobre o autor
Andrié Silva
Salvador - Bahia - Brasil, 27 anos
912 textos (98485 leituras)
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Andrié Silva