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Soneto da beleza proibida

Observo a Bela Lúcia passar
Tão centrada e suave em seu caminhar
Atraiu minha atenção e olhar
Fez meu sofrego coração disparar

Não posso amar tão encantadora beleza
Ela e seu amor a outro pertencem
Mas meus pensamentos e sonhos tecem
Planos arquitetados com esperteza

Enchendo-me d'esperança e certeza
De vê-la em meus braços prendida
Pois não tê-la é ter da vida a despedida

Oh Céus!Vinde em meu socorro
É que de amor quase morro
Pela Bela a mim proibida.


Canindé, 17 de Junho de 2005.
Copyright by Apollu Stefanno
Enviado por Copyright by Apollu Stefanno em 17/06/2005
Reeditado em 22/12/2005
Código do texto: T25218

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Sobre o autor
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João Pessoa - Paraíba - Brasil, 40 anos
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