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Poema 0840 - Recado pra amante


 

 

Não quero ser o depois, nem o antes,

muitas vezes morremos ou matamos a dor,

é amor agora, como amanhã, é amor.

 

 

Somos o sentimento que acorda,

o vento que faz o mundo girar,

a luz que brilha sem ao menos brilhar.

 

 

Vejo-te no começo do meu dia,

até a parte que lembro, você vai comigo,

firmando tratos de amor e abrigo.

 

 

Deixo um punhado de saudade na porta,

agora calo a palavra, é como morte,

fecho-me em silêncio e espero que volte.

 

 

05/10/2006
Caio Lucas
Enviado por Caio Lucas em 05/10/2006
Código do texto: T257082
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Caio Lucas
São Paulo - São Paulo - Brasil, 68 anos
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Caio Lucas